quarta-feira, 30 de junho de 2010

SAUDADE *.*



Hoje eu acordei meio assim... sei lá, sabe? Digamoos que coom voontade de exploorar o mundo e as pessoas..
Deve ser a saudade, tô morrendo de saudade de um moonte de geente, e essa saudade me faaz ter voontade de conhecer mil pessoas noovas e beem interessantes, sério. Preciso disso, gostoo tanto de todo mundo que tá comigo, mas meus velhos amigos me faazem falta, preciso prencher essa espaço vazio, não no meu coração, mas na minha rotina.
Aqueles amigos que me ligavam o tempo todo e sem parar, aqueles que só apareciam nas fotos, aqueles que só via em festas, aqueles que ''moravam" comigo de tão grudados que eram, aqueles que só serviam pra olhar, se abrisse a boca dava em briga, aqueles que só eram amigos quando estavam bêbados, aqueles que só falavam besteiras e me faziam rir muito, aqueles que me apresentavam mais mil amigos, aqueles que falavam comigo pelo olhar, aqueles que só precisavam me abraçar pra me fazer beem, uns que me ensinaram a dançar, que me levaram à lugares que nunca tinha ido antes, uns que tentaram me ensinar a beber =#(nem aprendi e nem bebo), aqueles que eram beem mais velhos que eu, mas nem fazia diferença, a gente sabia se divertir, aqueles que mesmo com tanta diferença, tinha tanta coisa em comum, aqueles que só eram amigos juntos com outros amigos, e outros que só eram amigos longe de todo mundo, aqueles que só me metiam em confusão e aqueles que me faziam pagar muitos micos, é eu já fiquei muito constrangida milhares de veezes.. ASHUHAUSHUAHSUAS
É.. eu tô morrendo de saudade de toodos os meus amigos, mas a gente ainda se vê, ainda ri muito de todas essas lembranças, só não temos mais os mesmos amigos em comum, as saídas marcadas todos os fins de semana, as festas planejadas pra todas as comemorações possiveis e as viagens que nunca deram certo, não como era antes, sempre. Mas é bem assim mesmo, a lembrança vai ser eterna e o meu amor por vocês também. ♥

Sarah França

quinta-feira, 3 de junho de 2010


"Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como pude ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava.
Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo.
...Não sinto saudades do seu amor, ele nunca existiu, nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existiu morte para o que nunca nasceu....

....Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na sua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado. Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças. Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo.
Simplesmente isso. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza....


....sinto falta de quando a imensa distância ainda me deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos. Sinto falta de lembrar que você me via tanto, que preferia fazer que não via nada. Sinta falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, em não dar conta, em não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter.

Prometi não tentar entender e apenas sentir.
Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria."

Tati Bernardi